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Sódio x lítio: por que a nova bateria pode mudar o jogo nos carros elétricos

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Com o grande avanço dos veículos elétricos, os debates sobre as baterias na indústria automotiva têm ganhado ainda mais espaço. Dentro do cenário, o sódio começa a protagonizar algumas discussões sobre o seu melhor desempenho em comparação ao lítio nas produções das fontes de energia para esse tipo de carro.

Batizada de Naxtra, a nova bateria chega com a promessa de cortar custos, ampliar a oferta de matéria-prima e ainda manter a saúde e o alto desempenho em temperaturas extremas. O material ganhou os holofotes após estrear no Nevo A06, primeiro carro com tecnologia de íon-sódio lançado pela Changan em parceria com a CATL.

Pensando nisso, reunimos os principais pontos positivos que essa novidade traz para o setor:

  • Matéria prima barata e em abundância na natureza

Na natureza, o sódio é significativamente mais comum do que o lítio. Isso colabora com a redução da dependência de mineração concentrada em poucos países e dos custos de produção.

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  • Alto desempenho no frio extremo

Um dos destaques na adoção do sódio dentro da cadeia produtiva de baterias é o fato do material oferecer um alto desempenho em temperaturas muito baixas, enquanto as fontes de energia de lítio perdem autonomia no frio intenso.

  • Menor dependência de metais críticos 

As baterias com componentes de sódio não necessitam de níquel e cobalto, materiais caros e sujeitos a oscilação de preços e questões geopolíticas.

  • Mais segurança e durabilidade

A química do sódio tende a apresentar menor risco térmico em situações de sobrecarga e dano físico. As projeções indicam também uma durabilidade mais elevada com diversos ciclos de carga e descarga.

Vale lembrar que a nova Naxtra passou por aprovação nos testes de requisitos exigidos na China e conquistou certificação desenvolvida com foco na redução do risco de incêndios em veículos elétricos.

O detalhe é que ela é a primeira bateria de sódio do mundo a receber esse selo, que passará a ser obrigatório para todas as baterias vendidas no país a partir de julho de 2026. 

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