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Mercedes 190E que pertenceu a Ayrton Senna será leiloado

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Mercedes foi comprado novo por Ayrton Senna | Foto: RM Sotheby’s/Divulgação

Um Mercedes-Benz 190E 2.3-16 de 1985, que pertenceu a Ayrton Senna, será leiloado pela RM Sotheby’s. O modelo, adquirido novo pelo piloto brasileiro, rodou cerca de 25 mil milhas (40 mil km) sob sua condução e hoje é estimado entre £ 220 mil e £ 250 mil, valor que equivale a aproximadamente R$ 1,4 milhão a R$ 1,6 milhão.

Senna teve o primeiro contato com o 190E em 1984, durante a Corrida dos Campeões, evento realizado na reabertura do circuito de Nürburgring. Na ocasião, ainda como jovem promessa da Fórmula 1, ele competiu contra nomes consagrados do automobilismo, todos ao volante de exemplares idênticos do modelo. Sob chuva, terminou a prova em primeiro lugar, resultado que contribuiu para sua aproximação com o sedã esportivo da Mercedes.

No ano seguinte, já morando no Reino Unido, Senna comprou o carro com recursos próprios e o retirou na fábrica da marca. O piloto utilizou o veículo em sua rotina na Inglaterra até se mudar para Mônaco, período em que optou por vender o 190E.

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Atualmente, o sedã está na Austrália e pertence ao mesmo dono desde 1996, que o levou consigo ao emigrar em 2004. O hodômetro já ultrapassa 154 mil milhas (248 mil km), mas o carro mantém seu motor original 2.3 de quatro cilindros desenvolvido pela Cosworth, capaz de entregar 185 cv, acoplado a um câmbio manual de cinco marchas no padrão dogleg.

Entre os itens preservados estão o extintor de incêndio, o rádio Becker Mexico, kit de ferramentas, manual do proprietário, carregador de bateria e kit de primeiros socorros lacrado. O documento de registro ainda lista Ayrton Senna como proprietário, o que reforça sua autenticidade. Um detalhe adicional é a assinatura de Niki Lauda no compartimento do motor, feita em 2016 durante o Grande Prêmio da Austrália.

Comparado ao BMW M3 da mesma época, o Mercedes 190E 2.3-16 tem hoje cotação de mercado inferior — unidades em bom estado podem ser encontradas a partir de US$ 30 mil. No entanto, a ligação com Ayrton Senna explica a avaliação muito mais alta deste exemplar específico.

2 em cada 5 mortes em rodovias acontecem por falta de cinto de segurança

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Acidente de trânsito em rodovia | Foto: Agência Brasil/Arquivo

A Arteris, empresa especializada na gestão de rodovias, divulgou um balanço semestral que aponta a falta do cinto de segurança como um dos principais fatores associados às mortes em acidentes. Nos primeiros semestres de 2024 e 2025, 90 pessoas perderam a vida em situações em que o equipamento não foi utilizado.

No primeiro semestre de 2025, 43,7% das mortes em acidentes envolvendo carros, caminhões e ônibus tiveram relação direta com a ausência do cinto. O levantamento mostra ainda que a maioria das vítimas é formada por homens (76,6%), com destaque para os condutores, que somaram 61 das 90 fatalidades registradas.

Os números reforçam uma tendência já observada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O total de infrações por não usar o cinto de segurança mais que dobrou em pouco menos de duas décadas, passando de 90.067 registros em 2007 para 216.267 em 2024.

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Pelo Código de Trânsito Brasileiro, a conduta é considerada infração grave, punida com multa de R$ 195,23, cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retenção do veículo até que todos os ocupantes estejam devidamente afivelados.

Estudos da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) apontam que o uso do cinto reduz o risco de morte em pelo menos 60% para os ocupantes dos bancos dianteiros e em 44% para os passageiros do banco traseiro.

O equipamento também evita que ocupantes sejam projetados para fora do veículo em caso de colisão. Não utilizar o cinto no banco traseiro, segundo a entidade, aumenta em até cinco vezes o risco de morte de quem está no banco da frente.

De acordo com Marcelo Sato Mizusaki, superintendente do Núcleo de Operações da Arteris, a empresa realiza campanhas educativas e investe em infraestrutura para reduzir acidentes, mas a adesão dos motoristas e passageiros continua sendo fundamental.

“Usar o cinto é uma atitude simples, que pode representar a diferença entre a vida e a morte. É muito triste saber que ainda temos pessoas que se arriscam nas estradas e desrespeitam essa regra básica”, afirma.

O uso correto também é essencial. Uma criança sem cinto ou com o dispositivo mal posicionado pode ser projetada contra bancos, painel ou outros ocupantes, mesmo em baixa velocidade. A recomendação é ajustar o cinto ao corpo, passando pelo ombro e quadril, e recorrer a acessórios homologados que auxiliem na postura correta sem comprometer a eficácia.

Além da conscientização, tecnologias de monitoramento com inteligência artificial e parcerias com o policiamento rodoviário têm sido empregadas para identificar condutas de risco. Essas iniciativas buscam reforçar que a negligência quanto ao uso do cinto pode trazer consequências graves a todos os ocupantes do veículo.

Seguro automóvel: o que cobre e quando a indenização pode ser negada

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Trânsito de carros | Foto: Fernando Ogura/ANPr

O seguro automóvel segue como um dos produtos mais contratados no setor de seguros no Brasil, desempenhando papel importante na proteção de um bem de alto valor para a população. Entre janeiro e maio de 2025, o segmento arrecadou cerca de R$ 24 bilhões, um aumento de 5,9% em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). A expectativa é de crescimento anual de 5,8%.

Para grande parte dos brasileiros, o carro é o segundo bem mais valioso, atrás apenas do imóvel. Com preços médios elevados, um modelo popular custa cerca de R$ 75 mil, perdas decorrentes de roubo, furto ou danos podem ter impacto significativo no orçamento familiar. O seguro automóvel funciona, nesse contexto, como ferramenta de proteção patrimonial.

O aumento da cobertura se dá também em um cenário urbano com altos índices de sinistros, incluindo acidentes, roubos, furtos e eventos climáticos extremos, como enchentes. Nos cinco primeiros meses de 2025, as indenizações pagas cresceram 2,3%, totalizando R$ 14,4 bilhões, valor equivalente à aquisição de cerca de 192 mil carros populares.

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Segundo Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, o seguro automóvel oferece ao consumidor uma cobertura de valor direto e perceptível. “A indenização é, em geral, rápida e de fácil mensuração, o que contribui para a credibilidade do produto e reforça sua utilidade prática. Para muitos, não se trata apenas de uma escolha racional, mas de uma proteção essencial”, afirmou.

A principal cobertura do seguro automóvel é o chamado “Casco”, especialmente na modalidade compreensiva, que cobre danos parciais ou totais em casos de colisão, incêndio, explosão, roubo ou furto.

Há ainda opções com menor abrangência e coberturas adicionais, como Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), Acidentes Pessoais de Passageiros (APP), assistência 24 horas, proteção para vidros e retrovisores, carro reserva e até cobertura de lucros cessantes para veículos usados em atividades profissionais.

Apesar de oferecer proteção ampla, a cobertura do seguro pode ser negada em situações previstas contratualmente. Entre os fatores que podem levar à negativa estão:

Fornecimento de informações incorretas ou omissão de dados na contratação, condução do veículo por motorista não habilitado, uso do veículo para fins diferentes dos declarados, participação em competições não autorizadas, direção sob efeito de álcool ou drogas e falta de manutenção adequada.

Especialistas recomendam atenção às cláusulas do contrato e preenchimento correto da proposta para garantir que o seguro cumpra seu papel em situações de necessidade.

Denza estreia no Brasil com o Z9GT

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A marca premium Denza fez sua primeira aparição oficial no Brasil durante o Vogue Celebra, evento realizado na Estação das Artes, em São Paulo, que marcou os 50 anos da revista no país. A ocasião foi escolhida para apresentar o Denza Z9GT, cupê esportivo 100% elétrico que combina design sofisticado e tecnologias avançadas.

Segundo Werner Schaal, diretor comercial da Denza Brasil, a escolha do evento reflete a afinidade entre a marca e a revista, ambas com foco em tendências e inovação. “A tecnologia impulsiona a elegância”, resume Schaal, destacando a convergência entre o espírito premium da Denza e a estética da Vogue.

A aparição pública do Z9GT integra a estratégia de pré-lançamento da marca, que terá sua chegada oficial ao país no início de outubro. O evento contará com a presença de Wang Chuanfu, fundador e CEO global da BYD, responsável pelo crescimento da empresa como líder mundial em vendas de veículos elétricos. Além do Z9GT, a Denza terá no portfólio o SUV premium off-road B5 e uma rede própria de concessionárias no Brasil.

Denza Z9GT: design e tecnologia

O Z9GT foi desenvolvido sob a direção do designer alemão Wolfgang Egger, reconhecido pelo trabalho com proporções equilibradas e estética europeia. O modelo traz alto desempenho e recursos tecnológicos de ponta, incluindo a plataforma e³, que oferece assistência de autoparking para vagas apertadas.

O veículo se destaca pela dianteira imponente e pelas proporções laterais esguias, reforçadas por rodas de grande diâmetro, características que reforçam a identidade premium do modelo. Egger ressalta a atenção aos detalhes: “Pegue uma escultura, ou um veículo como o Denza Z9GT, e cubra-o com seda. A seda cai naturalmente e mostra, sob a superfície, a beleza do que já está lá.”

Ainda não foram divulgadas todas as fichas técnicas e configurações que o Z9GT terá no mercado brasileiro, mas a expectativa é que novos detalhes sejam anunciados nos próximos dias.

Sobre a Denza

Fundada em 2010 como parceria entre BYD e Mercedes-Benz, a Denza é atualmente totalmente controlada pela BYD e foca em mobilidade premium orientada por design e tecnologia. A marca combina influência europeia no design com plataformas tecnológicas avançadas, oferecendo veículos com características únicas no segmento.

Cinco gastos que podem ser cortados ao rodar com uma moto

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Rodar de moto já é, por natureza, uma alternativa mais econômica do que andar de carro. Ainda assim, existem despesas que podem ser reduzidas ou até eliminadas com alguns cuidados e escolhas estratégicas.

Com pequenas mudanças de hábito e atenção às escolhas do dia a dia, é possível rodar de moto gastando menos sem comprometer a segurança ou o desempenho. O segredo está em distinguir o que é essencial do que pode ser descartado.

Confira cinco gastos que podem ser cortados ao utilizar a motocicleta no dia a dia:

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1. Combustível mal aproveitado

Pilotar de forma agressiva, com acelerações bruscas e altas rotações, aumenta o consumo de combustível. Manter uma condução suave e dentro da faixa de torque ideal do motor ajuda a economizar na bomba. Também vale planejar rotas para evitar congestionamentos, que elevam o gasto desnecessariamente.

2. Trocas de óleo fora do prazo

Muitos motociclistas realizam a troca de óleo em intervalos menores do que o recomendado. Seguir corretamente o manual do fabricante evita desperdício e garante a vida útil do motor. Trocar antes do tempo não traz benefícios adicionais e apenas encarece a manutenção.

3. Peças de baixa durabilidade

Optar por componentes de qualidade inferior pode parecer vantajoso no momento da compra, mas, a médio prazo, resulta em trocas frequentes e maiores despesas. Investir em pneus, pastilhas de freio e correntes de boa procedência reduz o custo total ao longo do tempo.

4. Lavagens excessivas

Levar a moto para lavar com frequência em estabelecimentos especializados pesa no orçamento. Uma limpeza simples feita em casa, com produtos básicos, mantém a moto em bom estado e elimina esse gasto recorrente.

5. Acessórios desnecessários

Itens estéticos como adesivos, peças cromadas ou modificações sem impacto na segurança e desempenho podem ser evitados. Eles encarecem a moto e, em alguns casos, ainda dificultam a revenda. O ideal é priorizar equipamentos de proteção e manutenção preventiva.

Sistema híbrido 48 volts vai equipar Fiat no Brasil

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Turim – A Fiat já utiliza na Europa a tecnologia 48 volts do sistema híbrido leve. No Brasil, a Stellantis aplica o 12 volts em modelos da marca, como o Pulse e o Fastback mas o up grade da tecnologia está em desenvolvimento na base engenharia da Stellantis em Minas Gerais. A montadora está completando 50 anos no país e as celebrações começaram em Turim.
O 600 híbrido usa motor turbo 1.2 litro de 110 cavalos de potência no modo combinado com a base elétrica, a mesma que será utilizada no Jeep Compass e na picape Toro. A caixa de transmissão é de dupla embreagem com os botões de acionamento posicionados na base do painel. O consumo aproximado pesquisado pela coluna foi de 14 km na cidade, mas depende do modo de condução do motorista.
O crossover, que gravamos na pista suspensa de Lingotto, região de Turim, mede 4,1 metros de comprimento com 78 cm de distância do solo. O porta-malas de bom espaço comporta 385 litros.
Na interna, sistema multimídia de 10,3 polegadas com CarPlay e Android sem fio que oferece navegador nativo. A cabine com interior claro remete ao luxo da marca de Turim, ou melhor, Betim (MG).
O fabricante não fala, no momento, de importação do modelo sucessor do 500 X para o mercado brasileiro. O 600 é elegante, simpático, divertido de olhar e dirigir. Mesmo que as primeiras impressões ao volante tenha acontecido em Lingotto em trecho de baixa velocidade.

Audi inicia pré-venda do novo Q5

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A Audi do Brasil anuncia o início da pré-venda do novo Q5 no País, nas carrocerias SUV e Sportback. A terceira geração do modelo está mais potente e eficiente, com equipamentos inéditos e a nova identidade visual global da marca das quatro argolas. Além disso, o modelo é o primeiro SUV da fabricante e o segundo no Brasil a utilizar a novíssima plataforma PPC (Plataforma Premium para veículos a Combustão). A nova geração do veículo estará disponível a partir de outubro na versão Advanced quattro, na rede com mais de 40 concessionárias da fabricante em todo o território nacional. O primeiro lote exclusivo, com quantidade limitada, terá condição especial somente até o fim de setembro para a carroceria SUV com valor de RS 399.990,00, enquanto a carroceria Sportback terá preço a partir de RS 429.990,00.

“O novo Q5 abre um novo capítulo na história dos utilitários premium. O modelo é altamente tecnológico e combina a novíssima PPC à consagrada tração quattro e ao conceito de palco digital, criando uma atmosfera de luxo e uma experiência ao volante totalmente imersiva”, destaca Gerold Pillekamp, Head de Marketing e Comunicação da Audi do Brasil.

“Em 2025, demos início à renovação completa do portfólio de veículos da Audi do Brasil, e o novo Q5 chega para concluir essa ofensiva de lançamentos. Ao longo dos últimos anos, o Q5 consolidou-se como um dos utilitários médios de luxo mais desejados do mercado, e sua nova geração dará continuidade à trajetória de sucesso” afirma Renato Celiberti, Head de Vendas da Audi do Brasil

“O Audi Q5 é um dos nossos SUV´s mais desejados e vendidos ao longo de várias gerações. O novo modelo traz a atual geração de motores de combustão, altamente eficientes, e equipamentos inéditos de conforto, segurança e tecnologia. Certamente o novo Audi Q5, com sua versatilidade e design dinâmico, irá superar as expectativas dos atuais e dos futuros clientes”, afirma Marcos Quaresma, Head de Produto da Audi do Brasil.

Design autêntico e contemporâneo

O novo Audi Q5 abraça a estética da nova linguagem de design da marca das quatro argolas. Os vincos retilíneos foram suavizados, dando lugar para linhas mais fluídas e atemporais. Essa nova arquitetura visual, que estreou no Brasil com o Q6 e-tron e já está presente também nos novos A5 e A6 e-tron, encontra nesta nova geração do Q5 uma sinergia única que agrada aos sentidos desde o primeiro contato.

Na dianteira, os faróis estão mais estreitos, há generosas tomadas de ar verticais com acabamento em cinza fosco, e a tradicional grade singreframe recebeu os novos Audi rings em 2D, além de colmeia interna com uma disposição inédita de seus elementos.

Na lateral, um vinco proeminente percorre a porção meridional das portas até desaguar nas caixas de rodas traseiras, criando uma sensação de constante movimento, enquanto frisos cromados emolduram as janelas e o rack no teto.

Por fim, a traseira apresenta linha de cintura elevada que facilita o acesso ao porta-malas, lanternas Full-LED interligadas com setas dinâmicas, acabamento em preto no para-choque e escapamentos retangulares. Um visual que mistura sutileza e alto poder de sedução.

Subam as cortinas: o novo Palco Digital

Internamente, a cabine do modelo adota o conceito de palco digital, assim como os demais lançamentos recentes da marca das quatro argolas. O requinte e a sofisticação aparecem nos revestimentos nobres e texturas suaves ao toque no interior, que foi minuciosamente lapidado para proporcionar uma experiência de luxo sem exageros e nos mínimos detalhes.

A tecnologia aliada à ergonomia norteia a distribuição dos elementos ao longo da cabine, que conta com duas telas paralelas – o display panorâmico MMI-touch de 14,5 polegadas com navegador integrado, e o painel de instrumentos digital Audi Virtual Cockpit de 11,9 polegadas. Há diferentes modos de condução por meio do Audi Drive Select, e o conforto a bordo é garantido pelos bancos conforto com apoios laterais reforçados, ajustes elétricos para motorista e passageiro, apoio lombar com ajustes elétricos em quatro vias e, por fim, apoio de braço central com ajuste de inclinação.

Esportividade elevada – literalmente

O novo Audi Q5 chegará ao Brasil na versão Advanced quattro e fica ainda mais potente e eficiente graças ao consagrado propulsor EA 888, 2.0 TFSI, que em sua nova geração evo5, oferece aumento da potência para 272 cavalos (ante 265 cavalos da antiga geração) entre 5.000 rpm e
6.500 rpm e 400 Nm de torque (ante 370 Nm da antiga geração) entre 1.600 rpm e 4.500 rpm.

O trem de força é regido pela transmissão S Tronic de sete velocidades e sincronizado aos eixos pelo sistema de tração quattro com tecnologia ultra, que conta com embreagem multidisco com desacoplador integrado e distribuição de torque máximo na proporção de 100% (dianteiro) e até 50% (traseiro).

Dessa forma, a sintonia orquestral do conjunto mecânico proporciona ao condutor uma dinâmica de condução distinta e incomparável, com o torque liberado desde as baixas rotações para garantir agilidade e um rodar suave em trechos urbanos. Nas rodovias, o veículo demonstra seu comportamento mais vigoroso e responde prontamente ao pedal do acelerador para ultrapassagens seguras, esbanjando extrema segurança nas curvas, velocidades elevadas e oferecendo uma equilibrada combinação entre performance e eficiência.

Extensa lista de equipamentos de série

A nova geração do Audi Q5 esbanja generosidade em termos de equipamentos, com uma lista recheada de itens de série na versão Advanced. Em termos visuais, o modelo ganha elementos que deixam o visual sóbrio e sofisticado, com destaque para os Audi rings em 2D, acabamento brilhante nas duas saídas retangulares e escapamento, frisos das janelas e rack do teto cromados, e a grade dianteira e tomadas de ar frontais na cor Cinza Scandium. O veículo vem com as novas rodas de 20 polegadas, com design “cinco braços”, acabamento em cinza fosco e pneus 255/45.

Entre os itens de conforto e conveniência, estão presentes ar-condicionado automático de três zonas; bancos dianteiros com apoio lombar e ajustes elétricos; pacote de Luz Ambiente plus com 30 cores disponíveis; tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétrico; volante em couro redondo de raios duplos, multifuncional e paddle-shifts com itens cromados.

Em relação aos equipamentos de segurança e tecnologia, destaque para os itens de assistência ao motorista, como o Alerta de saída de faixa (Lane Departure Warning); Assistente de estacionamento (com sensores dianteiro e traseiro); Assistente de desvio e assistente de conversão na frente; Audi Pre Sense dianteiro (frenagem de emergência); Assistente de mudança de faixa (Side Assist) e Assistente de tráfego transversal dianteiro.

Há ainda Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC); Detector de atenção e sonolência do motorista; Lanternas traseiras LED Pro com indicador dinâmico nas setas; e sete airbags (dianteiros, laterais dianteiros, cortinas e de interação central entre os bancos dianteiros

O sistema de infoentretenimento é formado pelo Audi Virtual Cockpit Plus de 11,9 polegadas e o amplo display panorâmico Audi MMI de 14,5 polegadas com sistema de navegação. A experiência sonora é garantia pelo Audi Sound System com 10 alto-falantes e potência de 180W. Há conexão sem fio com os celulares pelo Audi Smartphone Interface, e Audi Phone box light com função de carregamento sem fio.

Cores e Dimensões

Com espaço de sobra para até cinco ocupantes, o novo Audi A5 mede, na carroceria SUV, 4.717 mm (comprimento); 2.155 mm (largura); 1.647 mm (altura) e 2.820 mm (entre-eixos). Já na carroceria Sportback, as dimensões são: 4.717 (comprimento); 2.155 mm (largura); 1.642 mm (altura) e 2.820 mm (entre-eixos). No porta-malas, a capacidade é de 520 litros (SUV) e 515 litros (Sportback). A capacidade do tanque de combustível é de 65 litros em ambas as carrocerias.

As cores da carroceria disponíveis são: Branco Arkona (sólida); Azul Navarra (metálica); Branco Geleira (metálica); Prata Florete (metálica); Preto Mito (metálica); Verde Distrito (metálica); e Vermelho Gradina (metálica). Internamente, são três opções distintas de revestimento da cabine: Preto, Bege ou Marrom.

MINI e Deus Ex Machina apresentam dois modelos exclusivos John Cooper Works

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A MINI anunciou uma colaboração com a Deus Ex Machina para criar dois veículos conceito baseados no John Cooper Works (JCW). A parceria resultou em versões distintas: um modelo elétrico e outro a combustão, ambos personalizados com foco em design e identidade cultural.

Segundo Stefan Richmann, diretor da MINI, a iniciativa amplia a tradição da marca de unir design e esportividade. “Graças à nossa colaboração com a Deus Ex Machina, estamos a levar esta filosofia a um novo nível e a definir novas tendências entusiasmantes para os fãs e entusiastas do desporto motorizado”, afirmou.

O primeiro modelo é o MINI JCW Electric, com potência de até 190 kW (258 cv). O segundo é o MINI JCW a combustão, que entrega 170 kW (231 cv). Ambos compartilham elementos gráficos como o grande “X” branco no teto, símbolo da co-criação entre as duas marcas.

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De acordo com Holger Hampf, diretor de design da MINI, a proposta une referências históricas do automobilismo da marca com o artesanato e a estética da Deus Ex Machina. “Cada detalhe foi trabalhado com precisão e perícia artesanal”, destacou.

O modelo elétrico recebeu o nome The Skeg e foi inspirado na cultura do surfe. A carroceria combina cores amarelo e prata, enquanto painéis de fibra de vidro reduzem o peso em cerca de 15%. Entre os destaques, estão o spoiler traseiro inspirado no design de pranchas de surf, cintas no teto que remetem ao transporte de pranchas e acabamentos internos em neoprene e fibra de vidro.

O interior prioriza controles analógicos e soluções práticas, como compartimentos moldados para roupas de mergulho. A proposta busca aproximar o veículo do estilo de vida ligado ao mar.

Já o The Machina segue outra linha. Trata-se de um John Cooper Works a combustão com referências diretas ao automobilismo. A pintura em vermelho, branco e preto, os faróis auxiliares no capô e o difusor traseiro remetem à tradição de corrida da MINI. O carro também conta com para-lamas alargados e spoiler traseiro em estilo Can-Am.

O interior adota cintos de competição de cinco pontos, gaiola de proteção e acabamento simplificado para reduzir peso. Elementos como freio de mão hidráulico e interruptores mecânicos reforçam a proposta voltada à condução em pista.

Vendas de eletrificados batem recorde em agosto

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Eletrificação

O mercado de veículos eletrificados segue em ritmo acelerado no Brasil. Em agosto de 2025, foram emplacadas 20.222 unidades, volume que representou 9,4% das vendas totais de veículos leves no país, segundo a ABVE Data. O crescimento foi de 38% em relação a agosto de 2024 e de 6% na comparação com julho deste ano.

No acumulado de janeiro a agosto, já foram 126.087 emplacamentos, e a expectativa da associação é que o setor supere a marca de 200 mil unidades no ano. Em um cenário conservador, as vendas devem crescer 13% sobre 2024; no mais provável, podem chegar a 215 mil, alta de 21%.

“As vendas de eletrificados continuam aquecidas, mesmo diante de taxas de juros altas e do aumento do imposto de importação de veículos elétricos”, afirmou Ricardo Bastos, presidente da ABVE.

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O destaque ficou para os híbridos flex (HEV Flex), que atingiram 2.245 unidades, avanço de 118% sobre julho e o melhor desempenho do ano, puxados por São Paulo. Já os BEV 100% elétricos somaram 7.624 emplacamentos, novo recorde, com crescimento de 9% em relação ao mês anterior e de 49% na comparação anual, liderados por Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

Os PHEV (híbridos plug-in) lideraram entre os eletrificados com 8.057 unidades, 40% do total, apesar de queda de 7% sobre julho. Os HEV convencionais ficaram com 2.296 unidades, praticamente estáveis em relação ao mês anterior, mas com alta de 73,5% na comparação anual.

Produção e investimentos

O avanço das vendas ocorre em paralelo à expansão da produção local. Em 2025, BYD inaugurou sua fábrica em Camaçari (BA), enquanto a GWM iniciou operações em Iracemápolis (SP). Outras marcas também ampliaram presença no país, diversificando a oferta de modelos eletrificados.

Panorama tecnológico

Do total comercializado em agosto, 77,5% foram modelos plug-in (BEV e PHEV), enquanto os híbridos sem recarga externa (HEV e HEV Flex) representaram 22,5%. A distribuição foi a seguinte:

  • PHEV: 8.057 (39,8%)

  • BEV: 7.624 (37,7%)

  • HEV: 2.296 (11,4%)

  • HEV Flex: 2.245 (11,1%)