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FCA e PSA se unem para enfrentar o futuro e criam a Stellantis

Mais uma novidade iniciando em 2021. A PSA (responsável pela Peugeot) e a FCA (que comanda a Fiat) anunciaram uma parceria bilionária que vai gerar uma nova marca, a Stellantis. O anúncio da fusão já havia sido divulgado, mas foi na última segunda-feira (4) que os acionistas das duas gigantes validaram a ação.

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A união tem como principal objetivo superar as dificuldades impostas ao mercado por diversas crises, além de atingir um tamanho crítico em um cenário de plena revolução com mais tecnologias sendo desenvolvidas para os automóveis.

A Stellantis será a quarta maior empresa mundial em número de veículos vendidos e a terceira em volume de negócios, atrás apenas de nomes consolidados como da japonesa Toyota e da Alemã Volkswagen.

A votação dos acionistas da PSA aconteceu na segunda pela manhã, logo em seguida, os acionistas da FCA votaram à tarde em favor do projeto de fusão. A união se tornará efetiva em 16 de janeiro, segundo comunicado dos grupos.

A Stellantis começará a cotar a partir do dia 18 deste mês nas bolsas de valores de Paris e Milão, e do dia 19, na New York Stock Exchange.

O novo grupo Stellantis terá mais de 400 mil funcionários e reunirá 14 marcas, como Citroën e Maserati (que já estiveram unidos brevemente há 50 anos), Fiat e Opel, Peugeot e Alfa Romeo, Chrysler, Dodge e Jeep.

O presidente do conselho de administração da PSA e futuro CEO do novo grupo, Carlos Tavares, disse no final de 2019 que não estava previsto o fechamento de nenhuma fábrica. Por outro lado, os sindicatos estão em dúvida com relação a essa afirmação.

A fusão custará 4 bilhões de euros, mas a estimativa é que as sinergias entre as duas marcas permitam uma economia de até 5 bilhões de euros por ano em algum tempo.

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