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Territory 2026 é o chinês da Ford que exibe luxo, motor turbo e custa R$ 215 mil

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O SUV Territory 2026 melhorou na arquitetura trazendo uma estética frontal rejuvenescida. As primeiras impressões dão conta da maturidade do carro de pegada sênior. O carro cresceu, de leve, trouxe um acabamento interno que condiz com essa onda chinesa do luxo associado ao extravagante moderno. E isso não é complexo de afirmar. Basta visualizar as imagens da cabine.

No Territory eles conseguiram ser mais sublimes por dentro mesmo diante desse telão de 12,3 polegadas para cada lado, inclua o cluster do painel. O carro é silencioso e bastante espaçoso (2,72 de entre eixos e 1,9 de largura. No tamanho são 4,68 metros). O preço ficou na mesma, R$ 215 mil.

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Na direção, elétrica e multifuncional, hora de pegar a estrada e perceber o turbo do motor 1.5 litro de 169 cv e 250 Nm com um delay que não me agradou muito, mesmo no modo Sport. O carro oferece mais três modos de condução: eco, normal, trail. Lembro que ele é um 4X2 e nessa condição de uso “reforça” a atuação do controle de tração. O ADAs permite o controle da leitura das faixas, ajuda no anti colisão e garante segurança em rodagem programada no piloto automático.

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A suspensão, enfatizada na apresentação da supervisora de engenharia Ariane Campos, é a cereja do bolo. Na traseira, multlink para deixar o SUV com comportamento de sedã. É boa como ela explicou e para quem anda atrás, o Territory se comporta, não pula. Na frente, Mcpherson com a eficiência de sempre. Conjunto já era bom no modelo anterior.

O design externo do carro traz mudanças pontuais, mas visíveis. O SUV ficou 55 mm mais longo, totalizando 4.685 mm de comprimento. A frente foi redesenhada e agora conta com novos faróis full-LED em formato de L, grade preta com detalhes cromados e logotipo da Ford atualizado. A gente já viu na F-150. As rodas de 19 polegadas, com acabamento escurecido, e pneus 235/50 tentam tirar o aspecto senhor e senhora do produto. As maçanetas cromadas não permitem isso.

O novo para-choque traseiro ficou elegante, assim como a frente, e completa a renovação. A paleta de cores inclui três novas tonalidades, Cinza Dover, Azul Profundo e Verde Oásis, além de Branco Bariloche, Cinza Catar e Preto Toronto. O verde ficou um charme.

Interna

Por dentro, o Novo Territory mantém o amplo espaço interno, cruze as pernas de verdade no banco traseiro. A cabine acomoda com conforto até três adultos no banco e oferece teto solar panorâmico. Os dianteiros contam com ajustes elétricos (dez posições para o motorista e quatro para o passageiro), além de aquecimento e resfriamento.

O volante é revestido em couro e tem mais no console com porta-trecos e copos em preto piano. O seletor de marchas rotativo é bem ergonômico. A iluminação, bem ao estilo chinês, oferece decoração ao ambiente com 26 opções de cores. O ar-condicionado digital dual zone tem saídas traseiras.

As portas USB C e A são horríveis de acessar para os ocupantes da frente, na parte de trás não. Ele ainda oferta a tomada de 12V. O porta-malas com abertura elétrica e sistema antiesmagamento tem capacidade de 448 litros a 1.422 litros com os bancos rebatidos.

Não posso esquecer que há conectividade sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, carregador por indução. A câmera de ré projeta o carro em 3D e manda bem no 360 da imagem.

Desempenho

Bom de curva, bom de cidade e se tiver muito cheio o motor 1.5 EcoBoost a gasolina, com turbo, injeção direta e comando variável, não será tão valente. Mas é preciso dirigir mais e se adaptar ao que entrega o produto que registra 169 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. A transmissão é automática de dupla embreagem.

O consumo declarado é de 8,8 km/l na cidade e 11,2 km/l na estrada. O tanque de 60 litros oferece autonomia razoável fazendo as contas. O sistema start-stop ajuda na economia de combustível e sua entrada é bem suave. Conectado pelo Ford pass, o sistema ajuda a localizar o veículo, alertar do sinal do alarme e mais os mimos de liga e desliga.

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