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Onix 2026 estreia no Brasil e amplia garantia para cinco anos

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O novo Onix 2026 nasce como best-seller de vendas? Tem predicados para isso porque pela história, e três milhões de unidades vendidas, o Chevrolet nas versões hatch e sedã se renovam. Mesmo que sutilmente por fora.

Em termos de visual, o para-choque frontal passou por uma reformulação completa, elevando o ângulo de ataque, 30% a mais para facilitar a transposição de obstáculos. Faróis Full LED e assinatura diurna do DLR ficaram bem legais. E melhor ainda se aplicados na estilosa RS.

Por dentro, o modelo ganhou um novo cockpit. O painel de instrumentos digital de 8 polegadas e a central multimídia com tela de 11 batizada de MyLink formam uma superfície integrada para elevar a experiência de conectividade. O “esportivo” RS é bem a cara da juventude com dinheiro no bolso porque custa R$ 130 mil. O novo Onix parte dos R$ 99,9 mil no LT manual e mesmo nele, a central de 11 é de série.

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O Onix 2026 já está disponível nas concessionárias Chevrolet em seis sete versões — 1.0 MT, Turbo MT, Turbo AT, LT, LTZ, Premier e RS. A 1.0 Turbo com câmbio manual e gasolina no tanque, por exemplo, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 9,9 segundos e atinge 17,7 km/l na estrada.

O desempenho da linha 2026 também foi alterada e o compacto perdeu cavalo. Saiu de 116 cv para 115,5 cv justificados pela antecipação dos possíveis “novos padrões regulatórios de taxas e emissões”. O motor fica na faixa de tributação menor quando eles convertem os 85 KW para 115, cv. O que não mexe no desempenho do veículo. O torque com etanol é 16,8 Kgfm. O aspirado rende 85 cv.

Dirigimos de São Paulo à Dourado, interior do estado, e as primeiras impressões do hatch RS são a seguinte: o carro vibra menos, está mais silencioso, mesmo sendo um três cilindros, faz média de 16 km/l na estrada, a tecnologia conversa com o motorista e os mimos como carregador de indução, CarPlay sem fio e Android são essenciais no dia a dia do trânsito.

Quanto a correia?

Continua sendo a banhada a óleo com direito a 240 mil quilômetros de garantia e na conta vão os cinco anos do carro. A Chevrolet destaca que existe a necessidade direta das revisões e do uso do óleo especificado no manual. Leia mais sobre o Dexos Ow20, selo de qualidade criado pela engenharia da empresa.

Mais resistente, a correia do motor do Onix vai sobreviver, segundo a empresa, aos óleos rivais ou adulterados. Está forte.

Interno

A bancada repaginada está muito melhor e imprime a impressão que não vai cansar no final de um percurso de três horas de chão. Os assentos da geração anterior eram duros e sem graça. O atual tem mais espuma e abraça melhor o motorista e passageiro da frente.

Algum erro a bordo? Sempre vai existir alguém que vai reclamar do freio de estacionamento manual. Eu não. Acho que o plástico poderia ser mais suave no painel. O ponto positivo é a chave presencial para todos os modelos.

O Onix 2016 mede no hatch 4,16 metros e 2,55 m de entre eixos. O porta-malas oferta 303 litros. Bom espaço para bagagem.

Os preços começam por R$ 99,9 mil e segue R$ 102,9 mil (manual), R$ 129,2 mil o Premier e o RS sai por R$ 130,2 mil. O Plus R$ 106,7 mil manual e o Premier R$ 136,5 mil. Só reforçando que nos 100 anos da GM, o carro é o mais vendido em todo Brasil com três milhões de unidades. A Chevrolet lançou uma série limitada a um mil unidades do modelo 100 anos na cor azul boreal. Carro tem motor aspirado, câmbio manual e acabamento bem completo ao preço de R$ 104 mil.

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