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GWM Brasil neutraliza emissões de CO2 no transporte de veículos no país

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A GWM Brasil anunciou que passou a neutralizar integralmente as emissões de gases de efeito estufa (GEE) relacionadas ao transporte de seus veículos no Brasil. A iniciativa envolve a operação logística realizada em parceria com a Transportes Gabardo e faz parte da estratégia de sustentabilidade da montadora.

A certificação foi emitida pela Global Certification System (GCS) e reconhece que 100% das emissões geradas nas operações logísticas foram compensadas no período avaliado. No total, foram estimadas 7.817,446 toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e) associadas ao transporte dos veículos da marca no país.

De acordo com a empresa, as emissões consideradas incluem a combustão dos caminhões responsáveis pelo transporte, o consumo de energia nas operações logísticas e outras emissões indiretas relacionadas à atividade.

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Segundo a GWM, o transporte dos veículos ocorre a partir da fábrica da marca em Iracemápolis, no interior de São Paulo, ou do Porto de Vitória, no Espírito Santo, até a rede de cerca de 130 concessionárias da marca espalhadas pelo Brasil.

A compensação das emissões foi realizada por meio de créditos ambientais provenientes de projetos voltados à captura e manutenção de carbono na natureza. Esses projetos seguem metodologias reconhecidas e passam por auditorias independentes.

Projetos ambientais e compensação

A neutralização foi viabilizada com iniciativas desenvolvidas pela Transportes Gabardo, responsável pela logística da montadora no Brasil. A transportadora tem sede em Porto Alegre e atua no transporte de veículos leves, pesados e máquinas agrícolas.

A empresa foi certificada como “Carbono Negativo” pela Global Certification System. Isso significa que suas operações removem da atmosfera mais gases de efeito estufa do que emitem. Segundo os dados divulgados, a companhia compensa cerca de 81 mil toneladas de CO₂ por ano, frente a emissões estimadas em 57 mil toneladas.

Os projetos utilizados para compensação estão estruturados em três frentes principais: carbono florestal, carbono do solo e manejo sustentável na agricultura, voltados à preservação de estoques naturais de carbono e à ampliação da capacidade de captura de CO₂.

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