Publicidade

Emplacamentos crescem 9,16% em setembro e Fenabrave aponta projeções para 2025

Publicidade

Os emplacamentos de veículos no Brasil cresceram 9,16% em setembro em relação a agosto e 13,92% frente a setembro de 2024, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No acumulado de janeiro a setembro, foram registradas 3.700.236 unidades, alta de 7,46%sobre o mesmo período do ano passado.

O resultado positivo foi influenciado principalmente pelo desempenho das motocicletas, que continuam em ritmo acelerado de vendas. “O setor de motos tem sustentado o crescimento do mercado interno”, afirmou Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.

O segmento de comerciais leves puxou o avanço em setembro, após meses de retração. Ainda assim, o crescimento acumulado está abaixo do esperado. O dirigente ressaltou que as altas taxas de juros seguem afetando o crédito e os financiamentos, freando um avanço mais expressivo.

LEIA MAIS
+ Fabricante de aspiradores de pó revela carro rival do Rolls-Royce Cullinan

Publicidade

Híbridos e elétricos

Os híbridos seguem em expansão e ganharam relevância em comparação com setembro de 2024, impulsionados pela chegada de novas marcas e maior procura pela versatilidade desse tipo de motorização. Já os elétricos puros também avançam, mas em ritmo menor, com volumes ainda reduzidos frente aos demais segmentos.

Caminhões

O segmento de caminhões teve recuperação em setembro frente a agosto, mas acumula queda de 7,58% no ano. Segundo a Fenabrave, as altas taxas de crédito e o desaquecimento de setores como indústria, agronegócio e construção civilinibem a renovação da frota.

Projeções revisadas

Com o novo cenário, a Fenabrave revisou suas projeções para 2025. O crescimento previsto para motocicletas subiu para 15%, enquanto a expectativa para automóveis e comerciais leves foi reduzida para 3%, devido ao impacto dos juros. No total, a entidade agora prevê um aumento de 7,2% para o mercado de veículos em 2025, acima da estimativa anterior de 6,2%.

Publicidade
- Publicidade -

Recentes

Redes sociais

- Publicidade -

Notícias

Publicidade