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Audi Q3 2026 é o símbolo da nova Audi no Brasil

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O novo Q3 2026 voltará a ser fabricado no Brasil e a Audi já anunciou isso mas o que vem por aí nós descobrimos na Escócia. O SUV é um carro tão completo e justo que vocês dirão: “acertaram em tudo”. O fabricante não precificou o valor de venda do automóvel mas nós adiantamos que pelo andar da carruagem, A5 e Q5 com valores convidativos, não irá decepcionar.

Coupé ou a carroceria tradicional? O cardápio está montado. Fora isso eles ainda devem deixar para o segundo tempo da estratégia, uma versão híbrida plug in que usa o motor 1.5 mais o sistema elétrico. O que dirigimos no Velho Mundo, em pleno Reino Unido foi o carro com o motor dois litros de 204 cv com 32,6 quilos de torque.

Mas espere para o Brasil o 2.0 turbo com 231 cv e 34,7 kgfm. E ainda nele, a tração integral quattro com a caixa de sete marchas e dupla embreagem. Receita completa.

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O carro ganhou poucos centímetros do comprimento que passa para 4,53 m. São cerca de 5 cm a mais com o entre eixos de 2,68 m. Bom, gera conforto para quem anda no carona. E na cabine o ambiente ainda pode ser iluminado como o cliente desejar. Escolha as cores.

Mas o que esperar do novo Q3 a combustão? Boa dose de tecnologia por dentro com a melhor fase da elegância Audi. Elementos que remetem ao luxo com mais espaço para os ocupantes. O volante de dois raios mostra associação com o novo layout da marca e as duas telas, já vistas no A5 e Q5 estão lá. São 11,9 polegadas e 12,8 para o entretenimento central com Car play e Android espelhados.

O sistema de som com ou sem assinatura, nesse caso da Sonos, é bom e ótimo, desse jeito, sem exagero e o carro ainda tem um head up display que foca você o tempo inteiro na posição do volante. Lembro que o GPS pode ser transferido da mídia central para o cluster e isso é customizado. No console central, botões do volume do rádio, freio eletrônico e de partida.

Por fora está o melhor?

Digo que a aparência é sedutora e o reflexo dela está na impressão de robustez gerada pelo pára-choque frontal, grade exuberante e faróis que podem ser customizados (tomara que venha). A silhueta é de um SUV esporte e o modelo coupé, sinceramente, me convenceu. O teto panorâmico estava lá como opção e o kit S line também.

Se era fácil enxergar de longe um Audi no retrovisor, o mote já fez parte da campanha publicitária da empresa, agora na traseira nem se fala. O conjunto ótico está leve e associado à tendência da faixa que permeia a tampa traseira e o logotipo das argolas iluminado. A iluminação noturna é um capítulo à parte com a noite parecendo dia para quem precisa pegar a rodovia com o céu escuro.

Dirigir o Q3 pelas estradas sinuosas, perto de Glaslow, foi uma experiência harmonizada pela região montanhosa, o Rio Clyde e a arquitetura vitoriana do destino. O motor de 204 cv já dá conta do SUV traçado com proposta de ser bom para a cidade, pelas dimensões de médio porte compacta e na estrada. A atualização do ADAS é irresistível porque assume o papel de “condutor auxiliar”.

A cabine com elementos sofisticados imprime bem estar com suede, couro, plástico (como tinha que ter). O seletor das marchas está na coluna de direção, no lugar da chave limpadora do pára-brisa. A haste do conjunto de seta ficou super completa com os elementos de sinalização e limpeza dos vidros dianteiro e traseiro.

Audi Drive Select, esse botão é o que permite você se divertir mais ou não. Escolha o modo de condução e se adapte ao estilo mais esportivo ou moderado porque a opção de rodagem aro 20 mais a suspensão independente calibrada para encarar os buracos do solo brasileiro gera conforto.

Mas o que esperar do preço? Você arrisca? Eu sim. Abaixo do Q5, uns R$ 30 mil, faz todo sentido e o carro de largada no pé de combate dos chineses, antes dos R$ 300 mil.

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